quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

O meu infinito particular...



Eis o melhor e o pior de mim
O meu termômetro, o meu quilate
Vem, cara, me retrate
Não é impossível
Eu não sou difícil de ler
Faça sua parte
Eu sou daqui, eu não sou de Marte
Vem, cara, me repara
Não vê, tá na cara, sou porta bandeira de mim
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular
Em alguns instantes
Sou pequenina e também gigante
Vem, cara, se declara
O mundo é portátil
Pra quem não tem nada a esconder
Olha minha cara
É só mistério, não tem segredo
Vem cá, não tenha medo
A água é potável
Daqui você pode beber
Só não se perca ao entrar
No meu infinito particular

Marisa Monte

Shaktí


Cabelos de trigo ondulam no ar, libertando um perfume que inebria.
O olhar que nos dirige transmite vida, energia contagiante.
De sorriso branco, aberto e sincero, inflama-nos o coração, alegra-nos a existência.
Bela, toda ela flui com movimentos graciosos, felinos, sensuais.
A alva pele, pura, relembra os deuses do Olimpo.

Marco Santos

Blogue Palavrejar


Obrigada Marquinho pelas palavras lindas e doces...beijinhos