terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Poema Na terra de ninguém - Prof. António Pereira

foto Martinha


NA TERRA DE NINGUÉM

Na Terra de Ninguém
Estive em passagem
Por paisagens desconhecidas
E não lembradas.

Na Terra de Ninguém
Observei rostos Amigos
E rostos conhecidos.

Na Terra de Ninguém
Senti o apelo de ir por aí
E senti a força de vir para cá.

Na Terra de Ninguém
Senti a Força colectiva de duas mulheres
Que uniram o Poder do seu Amor
Para me resgastarem desse nevoeiro.

Na Terra de Ninguém,
Senti a Força e o Poder da Egrégora
Do Swásthya Yôga
Chamar-me
Para voltar
E pegar na Missão
Que tenho em mãos
E que só no Interior o Sinto.

Da Terra de Ninguém,
Senti o apelo e o Amor dos meus queridos de sangue
E o grito da minha Shaktí.

Da Terra de Ninguém
Fiquei com a sensação
De Ser e não Ser,
De Estar e de Partir.

Da Terra de Ninguém, ao voltar,
Tive a consciência da Força, do Amor, Carinho e Admiração
Que motivaram a minha Volta,
Pelo grito de milhares
Que me chamaram
Liderados pelo meu Mestre.

Da Terra de Ninguém,
Tive a alegria de vos ver juntas nessa empreitada
Indiferentes ao Passado recente,
Com o objectivo de unidas
Resgatarem-me para a Vida.

Da Terra de Ninguém,
Resta-me a mudança
E Ser o exemplo para essa mudança.

Da Terra de Ninguém,
Ainda não consigo entender
Tudo o que se passou lá e aqui,
Mas sómente a ideia de uma ausência
De tempo e de consciência normal.

Da Terra de Ninguém,
Ficou-me a sensação
De que algo mudou
Ou irá mudar
Em mim.

Prof. António Pereira

Um carinho ao querido Prof. António Pereira...sei que hoje é um dia especial!
visite o seu blogue

tb faz 2 anos que a nossa querida Rê se foi p outros planos...o meu beijo eterno...

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