quinta-feira, 2 de abril de 2009

Equipa das Antas


Inst. Henrique Gonçálves, Instra. Sónia Monteiro,
Inst. e Director Eduardo Cirilo, Instra. Marta Pessanha,
Instr. Hélder Carminé e Instra. Fátima Ferreira.

Código de Ética do Yôgin 1ª


Elaborado pelo Mestre DeRose e inspirado no Yôga Sútra de Pátañjali.

I. AHIMSÁ

. A primeira norma ética milenar do Yôga é o ahimsá, a não agressão. Deve ser entendido lato sensu.

. O ser humano não deve agredir gratuitamente outro ser humano, nem os animais, nem a natureza em geral.

. Não deve agredir fisicamente, nem por palavras, atitudes ou pensamentos.

. Permitir que se perpetre uma agressão, podendo impedi-la e não o fazendo, é acumpliciar-se no mesmo ato.

. Derramar o sangue dos animais ou infringir-lhes sofrimento para alimentar-se de suas carnes mortas constitui barbárie indigna de uma pessoa sensível.

. Ouvir uma acusação ou difamação e não advogar em defesa do acusado indefeso por ausência constitui confissão de conivência.

. Mais grave é a agressão por palavras, atitudes ou pensamentos cometida contra um outro praticante de Yôga.

. Inescusável é dirigir tal conduta contra um professor de Yôga.

. Sumamente condenável seria, se um procedimento hostil fosse perpetrado por um professor contra um dos seus pares.

Preceito moderador:

A observância de ahimsá não deve induzir à passividade. O yôgin não pode ser passivo. Deve defender energicamente os seus direitos e aquilo em que acredita.

Livro Tratado de Yôga do Mestre DeRose
nos próximos dias há mais ;D