domingo, 25 de janeiro de 2009

Quando partilhar é bom!


É sempre bom partilhar, carinho, comidinha, filmes, séries, lareira.... com os nossos amigos do sul ( sal ou sol, :D), beijinhos alegres da gata loira, hehe

A reverência à Shaktí


A Shaktí

O termo shaktí significa energia. Por extensão, designa a companheira tântrica, que pode ser esposa, amante ou amiga. Dependendo do uso na frase, pode também referir-se à kundaliní ou, ainda, à mãe Divina.
No Tantra, aprendemos um conceito muito bonito, segundo o qual Shiva sem Shaktí é shava. Isto é “o homem sem a mulher é um cadáver”. Shiva é o arquétipo masculino, que deve ser catalisado pela Shaktí, arquétipo feminino. Veja como é interessante: a mulher, quando companheira, denomina-se Shaktí, que significa literalmente energia. É aquela que energiza, que faz acontecer.
Sem a mulher, o homem não evolui na senda tântrica. Nem a mulher sem o homem. É preciso que tenhamos os dois pólos. Podemos fazer passar qualquer quantidade de electricidade por um fio e ainda assim a luz não se acenderá, a menos que haja um pólo positivo e outro negativo, um masculino e outro feminino. Assim é nas práticas tântricas.
O Tantra também possui um componente fortemente poético que contribui para tornar as pessoas mais sensíveis e aumentar o senso de respeito e de amor entre homem e mulher. Nesse sentido, um dos seus conceitos mais encantadores ensina que, para o homem, a mulher é a manifestação vivente da própria divindade e, como tal, ela deve ser reverenciada e amada. A recíproca é verdadeira, pois a mulher desenvolve um sentimento equivalente em relação ao homem.

Mestre DeRose

Com respeito, amor e carinho....às Shakís e Shivas que eu adoro...